Eras a minha alma, tão sólida, tão séria é sempre tão profunda. Eras a consciência que delineava o caminho certo, que estabelecia os limites da minha vida mas, que, no entanto, também era capaz de os quebrar só para que o meu estado de espírito se sentisse mais rebelde e jovial. Eras tu cada suspiro meu, cada lágrima minha caída pelo rosto, era a tua mão que a limpava. Eras tu o coração que batia dentro do meu peito, coração esse que tem novas razões que nem a própria razão as conhece. Eras tu a curva mais bonita espelhada na minha face... Agora, não és nada, e isto porque decidiste abandonar todas as promessas fundamentais à minha sobrevivência.
maag

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